Filho de peixe...

 

Diz a sabedoria popular:  "Filho de peixe, peixinho é".

E será peixe um dia.

Não poderá ser nada diferente disso.

Não será rã, nem touro, nem mosca, nem elefante.

Será peixe, pura e tão somente peixe.

Assim também podemos dizer que filho do UM, UM é.

Tendo em si, em potencialidade, tudo o que o UM tem, tudo que o um (um um qualquer )  é em atualização.

Todo um, porque é um, simplesmente porque é um, gozando da prerrogativa inalienável de ser uno, é, em estar-sendo aquilo tudo que o UM é em ser-sendo.

Cada indivíduo, cada pessoa que já esteve, está ou estará nesta terra é, para além

de todas as aparências, de todas as circunstâncias, tudo aquilo que o UM é

necessariamente, pelo simples fato de ser um, de ser uno, de ser único.

Cada pessoa é, em verdade, um ser único, caracterizado por determinada freqüência

básica e qualidades totalmente idiossincráticas.  Nunca houve, nem haverá, nem há

qualquer pessoa que seja igual a outra; nem mesmo os gêmeos univitelinos 

gozam desse apanágio.

Cada pessoa é um ser único que jamais se repetirá em propriedades idiossincráticas

globais.

Este, o grande apanágio de todo um: ser único, ser uno em si mesmo.  Tal como o

é o UM do qual foi gerado.

O UM, como já vimos, tem uma série de propriedades, de qualidades, de atributos  que se derivam tão somente e necessariamente de o fato de ELE ser UM.

Uma dessas propriedades, tão importante como todas as outras (no UM não pode

haver hierarquia de valores idiossincráticos), é ser ELE ser caracterizado por

possuir, em equilíbrio, três forças LHE-necessárias.

Uma, a de coesão, para que jamais se desintegre ou se esparja em mais de um,

mesmo porque isso seria totalmente impossível.

Mas se ELE fosse caracterizado apenas pela coesão, ELE poderia se concentrar

tanto, tanto, e a tal ponto, que se niilificaria, se aniquilaria, ou entraria em rota

convergente-assintótica, irrefreável,  em direção ao nada absoluto.

Por isso, há de haver necessariamente nELE uma força contrária, de compensação:

a repulsão.  E essa repulsão teria de ser extremamente poderosa; tão poderosa,

que poderia levar o UM a se afastar cada vez mais de SEU  centro, num movimento

centrífugo de auto-esparzimento, que tenderia a levar o UM a se perder de SI

mesmo, deixando de ser uno.  E isso é impossível.

Temos, então, necessariamente de figurar uma terceira força que impedisse o UM

de fragmentar-se em partes não solidárias a ELE;  e essa força, tão poderosa

quanto as outras, teria de atuar para compensar a repulsão, mas sem eliminá-la,

fazendo com que esta se limitasse a parâmetros seguros, que permitissem o

retorno da centrifugação ao seu centro de equilíbrio.  A atração tem de ser

essa terceira força, necessária e poderosa.

E, assim, o UM permanece eternamente num equilíbrio estático-dinâmico, em

que pujantes fontes de energia se entrosam harmonicamente, em recíproca

administração de si mesmas.

E uma das propriedades marcantes da proto-essência do UM incriado é o AMOR

em sua forma mais pura e absoluta.

O UM tem de ser AMOR, para aceitar-se a SI mesmo com deleite, com prazer.

Isso de acordo com a força de coesão.

E este AMOR, submetido à força poderosa da repulsão, faz com que o UM busque

o outro, para (como homem falamos) nele se realizar plenamente.  E, assim, pela

força do AMOR,  o UM  se torna AMANTE.  E nesse momento manifesta-se no

mesmo seio do UM primeiro e único o RELATIVO,  o campo das relações, dos

referenciais, das comparações.  O UM primeiro e único constituindo o campo

do ABSOLUTO.  Mas tenhamos sempre em mente estes pontos fundamentais:

1.   O RELATIVO existe no mesmo seio do ABSOLUTO.

2.  O RELATIVO será RELATIVO  para todos os sempres dos sempres.

      E isso porque tudo que é do UM, é eterno como ELE.

3.  O RELATIVO tem e terá uma dimensão infinita para todo o sempre, de mesma
      circum-abrangência que o ABSOLUTO.  Se deixasse de haver essa superposição
      total, o ABSOLUTO  seria de maior ou de menor raio de alcance que o
      RELATIVO, e isso é impossível, pois o ABSOLUTO, para poder exercer o
      PODER sobre tudo o que há em SEU seio, tem de se superpor univocamente a
      todos os pontos do RELATIVO.  Onde houver um ponto no RELATIVO,  ali
      necessariamente tem de haver a jurisdição do ABSOLUTO;  e onde houver um
      ponto do ABSOLUTO  ali necessariamente tem de haver um ponto do
      RELATIVO, sobre o qual o ABSOLUTO não paire em vão: onde houver a ação
      do PODER ali também tem de haver um ponto onde o PODER possa se
       exercer.

      E isso porque tudo que é do UM, é infinito  e infinitamente circum-abrangente
      como ELE.

4.  O AMOR  separará-unirá para sempre o RELATIVO ao ABSOLUTO; unirá-
      separará para sempre o RELATIVO do ABSOLUTO .

       E, assim, o RELATIVO buscará eternamente pelo ABSOLUTO,  e nunca

       conseguirá chegar a ELE; pois o caminho do AMOR também é eterno, é
       infinito; infinitamente eterno, eternamente infinito.

5.  O ABSOLUTO será o ABSOLUTO para todos os sempres dos sempres.

6.  O caminho do AMOR  será (é) pleno de deleites, de prazeres, de gozos.

      E isso porque o UM se compraz conSIGO mesmo.

7.  O ABSOLUTO  estará sempre,  a cada momento, a distância nenhuma do

      RELATIVO, mas para o RELATIVO essa será para sempre uma distância

      infinita, porque não se mede pela quantidade, mas pela qualidade.

8.  Assim, o ABSOLUTO será para sempre o mais próximo do RELATIVO, porque

      com ELE se intermixa, e será também o inalcançável, porque já foi alcançado.

E, movido pelo AMOR, o UM se torna o AMANTE.

 

 

E, fazendo-se AMANTE, o UM busca o AMADO,  que não pode existir, ser fora de

SI.  Assim, o UM cria em SUA mesma proto-substância uma zona de diferenciação  qualitativa, caracterizada por uma ligeiríssima atenuação de freqüência, zona que

se intermixa perfeitamente com a SUA proto-essência, e essa zona, essa região

LHE-superposta, LHE-intermixada, passa a ser o SEU AMADO.  O UM, tornado AMANTE pelo AMOR,  agora se faz AMADO pelo mesmo AMOR.   E, assim, no

sagrado mistério do AMOR, passa a existir, a ser, duas PESSOAS: o AMANTE e o

AMADO.  Três pessoas em verdade, se lhes acrescentarmos o mesmo AMOR.

 

 

É o AMOR  o fator de criação-separação-união entre o AMANTE  e o

AMADO.   Para todos os sempres dos sempres.  E esse fato podemos figurar

como uma intersecção: o AMOR, com seus dois pólos de quase mesma

natureza:  a coesão e a repulsão.  O AMANTE e o AMADO.

 

 

O AMOR,  sendo uma intersecção entre o AMANTE e o AMADO, funciona como

um muro que separa um do outro.  Mais do que isso: atua como se fosse a

semente de um e de outro.  E agora podemos entender que:

1.  AMANTE  -->  PAI

2.  AMADO   -->  FILHO

3.  AMOR     -->  ESPÍRITO SANTO      

O AMOR é, em  verdade, a verdadeira raiz de TUDO O QUE EXISTE.  TUDO O QUE

EXISTE é uma simples modulação do AMOR.   Você que está lendo essa mensagem

é uma modulação do AMOR.  Você só existe porque o AMOR determinou que

assim fosse.  Você, embora não pareça muito no momento, é uma modulação do

AMOR.  Você, como toda pessoa, só por ser pessoa, por ter tido a graça de ter esse

dom gratuito, só por isso.  Você não precisa se esforçar para amar, porque você é

essencialmente AMOR.  Essa a sua origem, esse o seu destino, a sua vocação.  Você

pode tergiversar, pode recalcitrar, mas um dia você conhecerá a verdade dessa

palavra, porque disso, nisso e para isso você foi criado, foi chamado à existência.

E toda pessoa, não importa a envergadura de sua alma, há de um dia assumir essa

verdade maravilhosa em sua vida.  Ou hoje ou amanhã.  Isso porque, sendo o

AMOR  uma das faces essenciais do ESPÍRITO SANTO,  e sendo o ESPÍRITO

SANTO dinamismo, transformismo, toda pessoa há de se transformar sob a

égide do AMOR.  Ninguém escapará ao fascínio do AMOR; ninguém ficará imune

para sempre ao PODER do  AMOR.  O AMOR está na raiz de tudo, sendo o alfa e o

ômega de cada um de nós.  DELE viemos, a ELE voltaremos.  Não, não é isso.  Não

voltaremos, pois já estamos nELE.  Em direção a ELE iniciaremos uma viagem de

de regresso, que tem necessariamente de ser eterna.   Tudo se passará como se

fôssemos afastando dELE, véu a véu, os infinitos-nenhuns véus que o velam.

Porque o UM e o AMOR se vestem dos mais lindos paradoxos que mal podemos

entrever.  A distância entre o RELATIVO  e o ABSOLUTO é nenhuma, infinita.

A distância que você tem de percorrer para chegar ao UM é nenhuma, infinita.

A ILUSÃO,  a sagrada ILUSÃO, em que existimos, em que vivemos, será ILUSÃO

para todos os sempres dos sempres.  E é ela feita de infinitos patamares, e cada

patamar um desvelar de maravilhas.  Você existirá para sempre, você viverá para

sempre, mas nunca se cansará, pois inesgotável é o tesouro de novidades que o

UM tem preparado para cada um de nós.  Novidades inefáveis, pois supõem a

existência, ou melhor, a ativação de outros sentimentos, de outros sentidos, de

outras emoções, dos quais não podemos fazer a mínima idéia.  Só sabemos que

isso é verdade, porque se derivam da mesma essência, da mesma proto-essência

do UM, que é infinitamente modulável.  Podendo gerar universos e universos,

dimensões e dimensões, sensores de realidade e sensores de realidade.

No UM tudo é infinito, tudo é eterno, tudo é infinitamente modulável.  Você é

infinitamente modulável, e nisso está a sua glória, a sua alegria, o seu deleite.

Você é um núcleo de possibilidade infinitas, de possibilidades de possibilidades

infinitas.

Você é filho do UM, que governa, que administra esse RELATIVO  em que vivemos,

em que existimos.  Todos somos filhos desse PAI ALTÍSSIMO, o AMANTE no UM

primeiro e único.

Se você é filho do UM, então você é um UM.

E é nisso que reside a nossa maior glória, e glória indescartável, pois faz parte de

nossa herança inquestionável.

Todo UM, quando atinge a madureza, tendo passado por níveis e níveis de

causação, tendo enfrentado, sem enfrentar, os grandes obstáculos que são

oferecidos pelo mal, pelo Mal; tendo sido resgatado das mãos do nível que o

aprisionava; tendo sido incorporado à Igreja a que pertence; tendo lutado pela

incorporação dos que ainda não chegaram a ela; tendo gozado o seu gozo; tendo

recebido as instruções lhe-pertinentes; tendo achado que o momento é propício,

ou melhor: tenho-lhe sido revelado que o momento é propício; tendo acedido; ele

se prepara para a atualização de um novo estágio na sua existência.  Esse UM será

você um dia; serei eu um dia.

E mais uma condição se faz necessária.  Ter aprendido a grande e insuperável

lição da responsabilidade.  E essa lição podemos começar a introjetá-la em nossa

consciência desde já, desde esse momento que estamos vivendo no aqui-agora da

nossa manifestação.

Já falamos disso em outras mensagens, mas dada a sua importância, vou-me

repetir, procurando pôr em relevo alguns aspectos importantes de tão portentoso

assunto.

Você, sendo um UM, tem, por lhe-inerente, a propriedade da responsabilidade.  Isso

significa que você é um criador do seu universo de manifestação.  Tudo que nele

existe, seja um alfinete, seja uma boa palavra, seja um carro, seja uma doença, seja

o que for, de que natureza for, é de sua inteira responsabilidade. 

1.  Você é responsável pelos seus atos, e os bons, e os maus.

2.  Você é responsável pelos seus pensamentos, e os bons, e os maus.

3.  Você é responsável pelos seus sentimentos, e os bons, e os maus.

4.  Você é responsável por tudo de bom que lhe acontece.

5.  Você é responsável por tudo de mau que lhe acontece.

6.  Você é responsável pelas enfermidades que o afligem.

7.  Você é responsável pela angústias que o mortificam.

8.  Você é responsável pelo bem que lhe fazem.

9.  Você é responsável pelo mal que lhe fazem.

10. Você é responsável pelas traições que você pratica.

11.  Você é responsável pelas traições que fazem contra você.

12.  Você é responsável pela briga de pessoas que brigam perto de você.

13.  Você é responsável pela briga de pessoas que brigam longe de você.

14.  Você é responsável pela corrupção do político que você abomina.

15.  Você é responsável pela pessoa que o engana.

16.  Você é responsável pela pessoa que o fere.

17.  Você é responsável pela pessoa que o maldiz.

18.  Você é responsável por tudo que lhe venha ao conhecimento, seja diretamente,

         seja indiretamente.

19.  Você é responsável por tudo que acontece no seu universo de manifestação.

Alguém fere a alguém na Índia, e você toma conhecimento disso pela televisão.        

Você consegue se declarar responsável por isso?  Não procure descobrir os

porquês, nem especular sobre os comos.  A sua responsabilidade vai até onde

você é consciente da sua criatividade.  Nesse caso hipotético, você bem pode negar

a sua responsabilidade  e dizer que  esse escriba endoidou.  Tudo bem, mas não se esqueça de que, num nível muito profundo, só existe UM, e que você faz parte do

mesmo UM que aqueles indivíduos lá da Índia.   Também não adianta nada falar

algo que não esteja no coração, só para ser diferente dos outros, ou mais

sofisticado.  Aqueles indivíduos da Índia pertencem a uma Igreja, pode ser que 

não seja a sua imediata.  Mas certamente pertencerão, em algum nível que seja,

à mesma que a sua.  Ou seja: eles são como extensões de você; do mesmo modo

que você é como uma extensão deles.

Hitler, em algum nível, pertence a uma mesma Igreja que eu; logo, sou

responsável pelas ações de Hitler;  o mesmo podemos dizer de Bin Laden,

de Bush.

Por isso tudo que vimos falando, é sempre uma boa política jamais julgar ou

condenar a quem quer que seja.

É essa  uma  ótima lição de cosmicidade.

Porque somos cidadãos cósmicos.

Esse é o nosso desafio maior: a lição da responsabilidade.  Mesmo porque a responsabilidade não passa de uma das facetas do AMOR.  Do AMOR

incondicional.  Incondicional, entende?

Já estabelecemos que você é um UM.

Com todas as prerrogativas.

Um dia, depois de muitas eternidades, ou poucas, você vai sentir dentro do seu íntimo pessoal, esteja você em que Igreja estiver, em que nível de Igreja

estiver, o acicate doce do AMOR.  Uma necessidade que nada exige, que nada

solicita, que nada pede.  Uma necessidade doce e santa.  Que faz parte do

CAMINHO.  Até então você gozou, lutou, colaborou, trabalhou, enturmou-se

alegremente no cumprimento das fainas comuns e amaro-prazerosas.  Você

contribuiu para a ereção e cumprimento de muitas Igrejas.  E visitou universos e

e universos, dimensões e dimensões, ficou conhecendo e ativando sensores e

sensores de realidade.  Está feliz na Casa do Pai, e colabora com Ele em suas

muitas  empresas e tarefas.  E o Pai sabe que um dia o acicate doce o despertará do  seu sono   de placitude e começará a instigá-lo docemente: aproxima-se a hora de um novo  passo no CAMINHO.  E muitos dos seus coeclesianos sentirão a mesma coisa,  e  logo começa a se criar um consenso.   E o Pai, benévolo, os instrui sobre como deixar fluir mais uma mínima (grandiosa) porção de SUAS

Realidades, em dormência expectantes...

(Essas palavras que estou dizendo, eu as digo por inspiração e por desdobramento

de arquétipos, sabendo, assim, que são verdadeiras.)

Você é um UM.

Você é AMOR.

Você vai sentir a necessidade de um outro em quem se realizar.  Mas esse

um outro tem de ser gerado do seu seio...  Você, o filho, vai sentir a necessidade

imperiosa de ser pai.

Mas o filho não pode estar fora de você, porque você já entendeu que não existe o

fora de você.  Não existe o fora. E, se pudermos entender, não existe o dentro.  Tudo é outra coisa que a limitação de nossa mente simplesmente não pode alcançar. Então, você passará pelo mesmo monolema que o Pai passou.

Porque não se esqueça: você é deus!

Eu só não entendo o porquê de falar de coisas tão distantes.  Porque para nós, o

que temos de fazer em nossa atual condição é:

1.  Convencermo-nos de que somos pecadores.

2.  Fazer um reconhecimento dos pecados que cometemos.

3.  Confessar esses pecados ao Senhor, nosso Deus.

4.  Pedir perdão por esses pecados e pelos que cometemos inconscientemente.  E

      por aqueles de que não nos lembramos.

5.  Entregarmo-nos a Jesus Cristo, como nosso único e suficiente Redentor.

6.  Deixarmos a vida de pecado.

7.  Vivermos em novidade de vida.   Fazendo o bem.

8.  Termos a certeza de que já fomos promovidos da morte para a vida.

9.  Vigiar e orar. Sempre.

....

É que são chegados os tempos, os do rompimento de alguns selos, para que cada

um possa tomar a atitude que lhe for mais conveniente.  Uns se contentarão com

obter a salvação própria, outros estenderão essa preocupação aos seus, e uns

poucos almejarão muito mais.

Esta mensagem foi escrita com o objetivo de revelar o quão importante você é.

O quão importantes são todos os homens, todas as mulheres. 

Nós, "trapos de imundícia", somos em destinação, em identidade santa,  muito importantes para o nosso

Pai; muito mais importantes do que possamos sonhar.  Nós somos os filhos dos  Seus sonhos.  O único FILHO dos Seus sonhos, em verdade. Literalmente.

E Ele tem preparado para cada um de nós um porvir de triunfo, de vitória, de glória.  Ninguém pode ficar fora dessa destinação, pois todos fomos feitos à sua imagem e semelhança, e Ele quer nos ajuntar em um só Aprisco.

E quem poderá se opor à sua vontade, ao seu querer?  O tempo do desagravo parece tardar, mas não falhará.  E nem um sequer será perdido, pois o UM que somos  é perfeito, é completo, sem qualquer jaça, sem qualquer falha.  Um um (sic) pode falhar; poderá falhar o Senhor Deus?  O homem tem recursos limitados; o Senhor Deus tem recursos ilimitados.

Os que estiverem à esquerda, εξ ευωνυμων (= dos bem nomeados (!!!) ),  forem da esquerda, esses, dentro em breve, pois a terra já não está suportando a carga

que pesa sobre ela.  Segundo artigo na Folha de São Paulo de 25 de outubro de

2006, a população humana, para se manter, teria já de utilizar 1,25 da terra.

Hoje.  Daqui a 5o anos, no ritmo em que as coisas andam, duas terras seriam 

pouco mais que suficientes para fornecer os insumos, e bens e alimentos

necessários para sustentar a humanidade.  Ou seja: a terra entrou em colapso

irreversível (...).  Essa terra maltratada já não tem condições para sustentar os

homens que vivem sobre ela.  Tudo está a pedir uma intervenção drástica, e

para logo.  Aqueles, sendo bem nomeados, tendo um bom nome de origem, não

serão condenados a um suplício eterno, mas terão de passar por uma escola

mais rigorosa, mais impiedosa.  Mas serão salvos ao final, "como que pelo fogo."

Ninguém se perderá para sempre; mas as ovelhas, os que caminham para

a frente, terão um destino mais leve, mais prazeroso, mais gozoso.  Os cabritos,

os que se vestem de lã, sem serem ovelhas, esses ouvirão no dia do Juízo 

palavras duras e verdadeiras, e serão encaminhados para um destino

lhes-necessário. Os bem nomeados, sendo de bom nome, sendo de origem de bom nome, nisso têm eles a garantia de que não se perderão para sempre.  Eles não podem deixar de ser bem nomeados, pois todos provêm de uma mesma cepa, e cepa santa. O bom nome de berço não pode lhes ser arrebatado, pois faz parte necessária da história da sua existência.  Todos estão condenados a ser salvos, a honrar o bom nome paterno de que são detentores, não por mérito, mas por origem.  E um dia - o Pai é paciente e teimoso - terão de honrar o seu nome de berço.

O objetivo dessa mensagem é apelar para a santidade que está adormentada

em cada um de nós, para que ela se desperte, e caminhemos para a Frente,

seguindo, desde já, o Senhor Jesus Cristo.

Hoje é o dia da salvação.

Com ósculo santo,

o peregrino