Mensagens para o meu filho  --  I

 

BUSCANDO ENTENDIMENTO

 

 

Nota prévia

Este texto foi escrito por atendimento a uma necessidade fundamental do autor.  O autor, quando descobre alguma coisa que julga como tesouro para si, para o momento que está vivendo, sente um apelo muito forte para o compartilhar com o maior número de pessoas possível, com o objetivo de, de alguma maneira, contribuir para o bem-estar espiritual desses que o venham a ler.  O assunto, de cunho religioso, tem uma orientação universal, não se prendendo, necessariamente a nenhuma religião ou seita estabelecida neste mundo em que vivemos.  Seu fundamento é a palavra, tal como o Espírito Santo a revelou para muitos no passado.   Seu fundamento é a Bíblia, que não pertence, não pertenceu e nunca pertencerá a qualquer aprisco que seja.   O compromisso do autor é com a verdade, tal como a exprimiu Jesus Cristo de uma maneira irretocável no Novo Testamento.  Assim, se você é alguém que, como o autor, se preocupa com a busca do sentido da vida, do sentido da existência, então eu lhe peço:  dê a este texto ao menos o benefício da dúvida preliminar.  O texto, se aproveitar a alguém, na verdade, não é de minha autoria.  Se, por outro lado, em algum ponto, de alguma maneira, contribuir para a dúvida, para a confusão, então, infelizmente sou obrigado a assumir a autoria dessa parte.  O texto é lavrado numa linguagem simples, despojada, porque não tem a pretensão de ser considerado arte, mas um acervo de declarações e afirmações que possam servir de bordão para o caminhante que se dispõe a voltar para casa. Na esperança de que possa ser  de valia para alguém, é que ouso colocá-lo no ar.  Este texto, ouso dizer,  tem como público-alvo a Igreja, o conjunto de homens de boa-vontade que se dedica a divulgar a Palavra, para que muitos se saibam o que realmente são, e dêem as costas para tudo que é miúdo, e se volte em demanda de algo mais grandioso, mais plenificante.  O texto é voltado, como dissemos, para a Igreja, cuja cabeça é o Senhor Jesus, e que não tem sede neste mundo.  É um texto basicamente adenominacional. Muitos se verão refletidos nele, independentemente do aprisco a que pertençam,  pois a Verdade não é reservada para poucos, mas para muitos.  Quiçá, para todos!  Se você ainda não sentiu dentro de você o vazio, que tanto apavorou a Sartre, então provavelmente este texto ainda não é para você.  Mas se você já sentiu dentro de você mesmo, lá no imo do seu ser, um apelo, um impulso irreprimível, que o coloca numa situação de quem já está buscando não sabe bem o quê, mergulhando numa angústia existencial, para a qual você procura, ainda, e em vão,  um preenchimento no mundo que o rodeia, com suas inúmeras e efêmeras atrações;  então, quer você o aceite, quer não, está na hora de encetar uma nova jornada mais gloriosa, mais dadora de paz, conforto, alegria.  De uma paz que não se acha neste mundo; de um conforto que  este mundo já não pode lhe proporcionar;  de uma alegria incondicional, e que esse mundo nem sabe que existe, que possa existir.  Este é um texto para você, ainda que você ainda não o admita.  Este não é um texto que pretenda ser modelo para aquilo  a que busca dar expressão:  uma maneira já bem antiga que o Senhor Jesus nos legou para nos tornarmos menos infelizes, menos ansiosos, menos  oprimidos.  É isso que estou buscando, para além de qualquer doutrina de homens: uma maneira de me esquivar a este mundo para poder habitar no esconderijo do Altíssimo. Como bem diz o  para sempre glorioso Salmo 91.  Minha satisfação seria a de ter, de alguma maneira, me tornado, por alguns instantes que sejam, um servo inútil.  Pois o texto pouco é, mas minha esperança é que ele leve a muitos a examinar a Palavra do Senhor com diligência, com respeito, com unção.  E de lá saiam sobremaneira enriquecidos.  E para lá voltem uma e muitas vezes. 

 

Está escrito:

 

Isa 5:20  Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que põem as trevas por luz, e a luz por trevas, e o amargo por doce, e o doce por amargo!

 

Ao homem não é conveniente chamar ao mal bem, ao bem mal.

Uma doença é um mal.

Uma iniqüidade é um mal.

A mentira é um mal.

E todo mal é mal, nada havendo nele de bem.

Por outro lado, todo bem é bem, nada havendo nele de mal.

E não convém ao que está em caminho confundir uma coisa com outra.

Isso eu fiquei sabendo de uma maneira clara hoje.  O Espírito Santo certamente aguardou o momento propício para mo revelar.

A doença é um mal, um mal terrível para quem a está sentindo.  E quem a está sentindo, a está sentindo como um mal, e nunca como um bem.

Eu, em alguma parte, posso ter dito que o mal é um bem, e também  que o bem é um mal. Disse-o dentro de um determinado contexto, que aqui, para mim, neste momento que estou vivendo, já não tem a menor cabida.

E o meu raciocínio era o seguinte, que nunca cheguei a exprimir em palavras, e que tinha  base em:

 

Isa 53:4  Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.

Isa 53:5  Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.

 

Com base em  Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores;  eu fazia uma generalização:

- a doença é um mal;

- a enfermidade é um mal.

E agora vejo: nem todo mal é doença. Nem todo mal é enfermidade.

 

Mais:  com base em:  Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; eu raciocinava:

-  Jesus Cristo foi ferido por causa das nossas transgressões;

-  Jesus Cristo foi esmagado por causa das nossas iniqüidades.

 

A  causa dos ferimentos  que Jesus Cristo sofreu foram as nossas transgressões;

A causa   dos esmagamentos que Jesus Cristo sofreu foram as nossas iniqüidades.

 

Foi por causa disso que ele sofreu.  Esse o motivo e a causa   que o impeliu a se sacrificar pelo homem.

Pelo homem:   em  lugar do homem.

Pelo homem:   em favor do homem.

 

E agora foi-me dado ver:

Em lugar do homem.  E essa é a causa: as iniqüidades, os pecados, as transgressões.

Em favor do homem.  E esse é o motivo: as enfermidades,  as doenças.

Jesus Cristo sofreu, e a causa do Seu sofrimento foram  as nossas iniqüidades, os nossos pecados, as nossas transgressões.

 

Em Isaías não fica expresso com todas as letras, que Jesus Cristo levou o mal sobre si, desativando-o,  e anulando, desativando,  a sua malignidade.

Só por ilação, por generalização, podemos fazer isso.

 

Causa: a iniqüidade, a transgressão, o pecado.

Conseqüência: a enfermidade, a doença.

Aqui deixa bem clara essa conclusão, mas não nos permite dizer, porque não está escrito, que Jesus levou sobre si não só a conseqüência, mas também a causa.

E diz mais:  que a causa motora desse livramento das enfermidades e das doenças foram as pisaduras, os tormentos, os castigos que Ele sofreu por causa de nós.

Jesus Cristo sofreu, e o motivo foram  as enfermidades,  as doenças.  Ele tinha uma missão clara:  livrar-nos das doenças e das enfermidades.  E a cumpriu plenamente, sem nada deixar por ainda fazer com relação a essa questão.

Por isso, hoje podemos confessar com ousadia, pois tem sólido respaldo na palavra: Todo homem já está curado das doenças e enfermidades  que o afligiam.

Como pode isso ser verdade, se não é isso que notamos ao nosso derredor?

Podemos confessar:  Todo homem já está sarado,  pois é isso que a palavra, que a Palavra confessa.

Não nos esqueçamos:  estamos, vivemos, em um mundo em que tudo é lícito, mas nem tudo é conveniente:

 

1 Co 6:12  Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas; mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas.

 

O homem, então, tem de escolher as coisas que lhe convêm, que são a favor dele,  que o favorecem, que o aproximam do bem, que o contatam com o bem; e o desliguem, e o desprendam do mal.  E o instrumento que o homem tem para escolher o que lhe é conveniente é a palavra,  pois está escrito:

 

Procurei no software  bíblico  e-sword  por vossas palavrassereis justificadossereis condenadosvossas palavras,  e não achei o que buscava:  fui traído pela memória e pela falta de discernimento.  Estava para desistir, quando me ocorreu buscar por palavras.

E encontrei finalmente o que buscava.

 

Mat 12:37  Porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado.

 

Jesus não está se dirigindo a vós, mas a tu.  Ele singulariza: cada homem, por si mesmo, por suas atitudes, por sua postura, por seu posicionamento em relação  à palavra.  Se falar boas palavras, ele será justificado, ele será tratado como um justo (embora não o seja) pela justiça divina,  e não terá sobre ele  o peso do mal, que sempre pratica, quer queira, quer não; quer esteja ciente disso, quer não.  O homem que fala boas palavras  (ou expressas, ou pensadas, ou imaginadas,  ou atificadas),  esse homem não terá sobre ele o peso da injustiça cometida,  pois deixa de alimentar o  mal, de dar alimento ao maligno.

Mas aquele que usa de más palavras

 

(não adianta racionalizar:  ou uma palavra, qualquer palavra, é boa ou é má:  nessa questão tão vital não há meio-termo!),

 

ou em relação a si mesmo, às circunstâncias que o atingem; ou em relação a outrem,  às circunstâncias que  atingem a esse outro, será condenado; será tratado como alguém rebelde,

de dura cerviz, e terá sobre si o peso da palavra (ou expressa, ou pensada, ou imaginada, ou atificada) que ele escolheu falar.  O homem que escolhe falar a má palavra terá sobre si o peso da injustiça cometida, pois alimenta o mal, alimenta o maligno, fornecendo-lhe material, energia, com que pode deflagrar, ou perpetuar o estado de sofrimento do homem.

O homem que escolhe a boa palavra, automaticamente passa a tomar posse da benção  expressa em Isaías,  e fica sabendo que  já está sarado (seja de que doença for),  e  assume a atitude condizente com tão grande benção, logo terá manifesto o estado de cura em sua vida.

Todo homem  verdadeiramente já está sarado,  mas nem todos  trazem esse fato perfeito

 

(O verbo está no passado perfeito,  e denota algo  totalmente feito e que não pode ser  anulado.)

 

às vias de manifestação.  O caminho para o fazer é adotar a boa palavra, e não largar dela por nada.

O que Jesus Cristo fez em relação a nós, homens, foi abrir uma porta, que ninguém pode fechar,  pois o que Ele abre, ninguém pode fechar;  e o que ele fecha, ninguém pode abrir:

 

Rev 3:7  Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre:

 

E quem é que  tem este apanágio de ser verdadeiro?  Evidentemente, a Verdade.  E quem se definiu como   sendo a Verdade?

 

João 14:6  Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

 

A todo homem está aberta a porta expressa por Isaías 53:4,5,  mas cabe ao homem a decisão de entrar ou não.  E isso ele o faz pela palavra boa ou má (ou expressa, ou pensada, ou imaginada, ou atificada) que escolhe pôr em manifestação.

 

Agora fica uma questão por responder.   Jesus Cristo desativou o mal (em geral), ou não?

 

João 1:29  No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

 

João confessa que Jesus tira o pecado do mundo.  Tira  é uma forma verbal que está no Presente do Indicativo.

Trata-se de uma ação indicativa, sobre a qual não pode pairar a mínima sombra de dúvida.

E de uma ação presente.  Que está acontecendo no presente, que só pode acontecer no presente.  Do passado não vem a salvação; do futuro não vem a salvação; do que o homem fez ou não, não vem a salvação.  Do que o homem pretende fazer ou não, não vem a salvação.  O Senhor Jesus Cristo não tirou o pecado do mundo: Ele tira o pecado do mundo.  Ele só o tira, o leva embora, no dia presente, no hoje, no agora.  Para aquele que passa a viver o hoje, atentando para aquilo que está fazendo ou deixando de fazer,  para esse  é essa grande bênção. Para aquele que se compraz do passado, ou se queixa do passado, ou vive num mundo de ilusão futuro, essa bênção, que só pode ser assumida no presente; para esse,  essa benção ainda não está disponível para pronta assunção.  Se você quer que o Senhor Jesus tire o pecado do mundo, que o envolve, que o compromete, então assuma o seu HOJE.

E  aqui vemos o que  Jesus fez com o pecado: o deixou de quarentena,

 

(Quarenta anos os judeus vagaram pelo deserto, por causa das suas lamentações, por causa do seu apego ao passado, que os impedia de ver as bênçãos que Deus lhes dava:  o  maná, alimento completo, que nunca faltava; a nuvem que os cobria de dia, apaziguando o calor,  e de noite apaniguando o frio.)

 

de  sorte que só se contamina com ele aquele que o quiser.  Ele não se impõe ao homem,  mas fica à disposição dele.  Mas o pecado já foi devidamente isolado, e já não pode, por si mesmo, envolver o homem em suas malhas. 

 

E quanto ao mal (em geral),  qual foi a ação de Jesus em relação a ele?

 

 Mar 3:10  porque tinha curado a muitos, de modo que todos quantos tinham algum mal arrojavam-se a ele para lhe tocarem.

 

A cura aqui pode ser entendida como um livramento do mal.  Do  mal em geral.  O que Jesus fazia?

A forma verbal está no pretérito imperfeito do indicativo.

Jesus curava as pessoas, livrando-as do mal, de um modo imperfectivo: dava-lhes uma cura   que não está totalmente acabada e consumada, irrevogável.  A continuidade do processo dependia da atitude do homem diante da vida:  se passava a escolher o bem, então a cura se perpetuava;  se vacilava, e passava a escolher também o mal,  a cura também vacilava, e, conforme o nível do quadro da escolha, o mal poderia tender a se perpetuar. 

Uma vez curado, curado para sempre?  

Uma vez livre do mal, livre do mal para sempre?  

Não!  Não, necessariamente,  pois depois de curar a um enfermo (paralítico), Jesus o adverte:

 

João 5:14  Depois Jesus o encontrou no templo, e disse-lhe: Olha, já estás curado; não peques mais, para que não te suceda coisa pior.

 

Com relação ao mal,  o Espírito Santo de Deus admoesta:

 

1 Tess 5:22  Abstende-vos de toda espécie de mal.

 

O que temos em relação ao mal é sempre uma admoestação, uma advertência, uma exortação.  Pois depende do homem assumi-lo ou não.  Só do homem.  O verdadeiro convertido é aquele que entende isso, e passa a agir de acordo com a diretiva que esse novo status implica.  O mal ainda está à solta e pode enredar em suas malhas a qualquer incauto, a qualquer invigilante, a qualquer insensato.  Pois

 

1 João 5:19  Sabemos que somos de Deus, e que o mundo inteiro jaz no Maligno.

 

O mundo inteiro está deitado no maligno.

A cama do mundo é o maligno. 

E o que é o mundo?  O mundo é esse algo exterior a nós mesmos, à nossa consciência.

O  mundo é um complexo de relações, uma teia de relações.  Uma rede de relações.

O mundo não é o homem, nenhum homem.  É uma coisa inerte em si mesma, e que é produzida pelas relações que há entre os homens, e os homens e as coisas do mundo. 

O homem, por natureza, por destinação cósmica, é maior do que o mundo.  O mundo não pode conter o homem, pode apenas atraí-lo, ludibriá-lo, lográ-lo, enredá-lo.  Temporariamente!!!

O que jaz no maligno é essa rede, essa teia.  Um homem jamais jazerá no maligno!  E isso se diz em verdade.  Em verdade!

Em verdade:  é a Palavra Sagrada que o diz!  Repitamos: é o mundo, o que jaz no maligno.

O homem precisa tomar muito cuidado, para não se deixar enredar pelo laço do passarinheiro.

O estado de invigilância é bem próprio daquele que se deixa acalentar pelo mal.  O convertido precisa tomar muito cuidado, para não cair no sono e ser surpreendido pelo mal. 

Sono, aqui, se refere a um estado de consciência em que o homem baixa as guardas, pondo-se vulnerável àquele que o quer tragar.  E durante o sono há o sonho.

E o que é o sonho?

Um estado de consciência que se situa entre a vigília e o sono.  O sonho é uma criação do Senhor, pois

 

João 1:3  Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.

 

Nada, absolutamente nada do que existe, foi feito sem Ele, sem a Sua atuação. 

Assim, o sonho tem de ter um bom propósito na economia do resgate do homem extraviado.  Se Ele fez o  sonho, é porque Ele sabia que isso seria uma boa coisa para o homem.  Para o homem que esteja sonhando, e não para algo ou alguém mais.

O sonho, assim, deve ser um território resguardado pelo Senhor.  O homem não tem controle sobre ele: ele sonha passivamente, sem nada fazer que possa ser contabilizado ou contra ou a favor dele. 

Não use os lampejos de consciência para se entregar em sonhos a um ditame da carne!

Para mim basta uma palavra.  Deus fez tudo o que fez, e viu que era bom.  Se  era bom, para o bem do homem ele o fez, e não para o seu mal.

E graça a Deus tudo está sob o Seu controle.  Nada que acontece nessa terra, seja o ato mais momentoso, seja o ato mais humilde,  nada,  absolutamente nada acontece sem a vontade de nosso Pai!

 

Mat 10:29  Não se vendem dois passarinhos por um asse? e nenhum deles cairá em terra sem a vontade de vosso Pai.

 

A vontade de nosso Pai é soberana, e sem ela nada pode acontecer.  E a vontade dele é sempre perfeita, boa, agradável.  Aquilo que esteja acontecendo a um homem é o melhor que poderia lhe acontecer naquele momento.  E é, a partir daí, que ele buscar o caminho da justificação dos seus pecados!

 

Rom 12:2  E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.

 

É uma ordem.  Não devemos nos conformar a este mundo.  Não devemos aceitar aquilo que ele nos oferece,  aquilo que ele nos dá, aquilo com que nos atinja.  E o remédio é: transformarrmo-nos pela renovação da nossa mente.  Hoje,  escrevendo essas palavras, estou renovando a minha mente:  de fé em fé, de glória em glória.  Hoje sei que não é o homem que jaz no maligno,  mas  o mundo!  Hoje fiquei sabendo que o sonho é algo bom para mim.   Se algo parece não ir bem quanto a isso,  devo fazer uma coisa:  me aconselhar com o Espírito Santo de Deus.

 

Deus não perde o controle de nada. Até os nossos cabelos estão contados! 

 

Mat 10:30  E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados.

 

Por isso tudo,  a sua ordem, o seu mandamento,  a sua exortação:

 

Mat 10:31  Não temais, pois; mais valeis vós do que muitos passarinhos.

 

Não devemos temer o ataque do maligno, se estivermos renovando a nossa mente de acordo com a Palavra.  E Deus está cuidando de cada um de nós:  nós, cada um de nós,  valemos mais do que muitos passarinhos!

 

Devemos temer o maligno, porque ele é inimigo, e inimigo implacável, mas não devemos em momento nenhum, pareça ele o mais crítico que seja,  abandonar a luta, uma luta que, em verdade, em verdade, não é nossa.  Uma luta contra alguém cujo instrumento de ataque foi desativado há muito tempo, e funciona ainda porque o medo, a mentira, o logro,  a ilusão, os ditames da carne, tudo isso faz com que o instrumento ainda pareça estar  afiado e ameaçador.   Não está,  para honra e glória do Senhor Jesus Cristo, para honra e glória de nosso Deus:

 

João 16:33  Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.

  

Poderíamos encerrar com essa palavra tão bela, tão santa,  tão confortadora!

O objetivo do Senhor, ao dizer as coisas que disse, é para que nEle tenhamos paz.  NEle!!!.

No mundo teremos atribulações,  porque o inimigo não dorme.  Mas não vamos ficar paralisados de medo  por causa disso!

Devemos ter bom ânimo,  e crer que no Senhor, está tudo bem.  Devemos ter a atitude de quem sabe que  tudo  que acontece,  acontece para o bem daqueles que amam a Deus.

 

Rom 8:28  E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

 

O Senhor Jesus venceu o mundo.  A rede, a teia, o laço, a matriz, a matrix, já está desativada para todo aquele que  tem bom ânimo, e crê nas palavras do Senhor!  E age de acordo com elas.

Jesus venceu o mundo!!!

O mundo já não mais tem qualquer poder real sobre os que constituem a Igreja do Senhor. E a nossa maior aspiração é pertencer à Igreja cuja cabeça é o Senhor, e que não tem sede neste mundo.

 

Rom 13:12  A noite é passada, e o dia é chegado; dispamo-nos, pois, das obras das trevas, e vistamo-nos das armas da luz.

 

O servo usa as armas da luz, não para lutar, mas para se vestir com elas, para se proteger com elas.  Não queiramos batalhar contra o mundo,  pois isso, além de inócuo,  não corresponderia à verdade,  pois o Senhor já lutou contra o mundo e já venceu!  E quais são essas armas da luz?  Toda aquela que ilumina, que  esclarece, que traz conhecimento. 

O convertido tem se despir das obras das trevas, aquelas que o mantinham em cativeiro: a mentira, a maldade, a concupiscência, a rebeldia, a impiedade, os ditames da carne, .... .  Todo convertido tem uma boa idéia daquilo que deve e não deve fazer.

Devemos tomar cuidado com o maligno, pois ele está atento para nos apanhar em seu laço.

E qualquer coisa pode ser a semente que atraia o  mal:  um olhar ambíguo,  uma palavra ociosa, um gesto impensado, uma atitude abrupta.  Qualquer coisa que, se, examinada com cuidado, nos faria sentir um pouquinho que seja de vergonha.  Uma boa regra é sempre fazer as obras na luz, não às escondidas.  Se se trata de algo que eu não faria abertamente diante de espectadores, e menos ainda diante de Deus,  então esse algo traz em si o aguilhão do mal. 

 

Mat 26:41  Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.

 

Marcos 14:38 repete essa mesma advertência, com as exatas mesmas palavras, e isso nos faz tomar bastante cuidado ao procurar entender o texto inspirado pelo Espírito Santo de Deus.

 

Atentando para a palavra, podemos entender algo de fundamental importância.

Primeiro: vigiar.  Perseverar na vigilância, para não dormir ou cochilar e se surpreender  apanhado pelo laço do passarinheiro. 

Segundo: orar.  Procurar estar todo tempo diante de Deus,  com Ele tão-somente privando.  Orar é abrir a boca para se dirigir ao Bom, a Deus.  Para agradecer-Lhe, para solicitar-Lhe conselho,  para se sentir protegido,  para se sentir realmente confortável.  Para saber-se totalmente resguardado:

  

Sal 91:3  Porque ele te livrará  do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.

 

Há outra versão, mais moderna, mais afastada do original, portanto,  que diz basicamente a mesma coisa:

 

Sal 91:3  Porque ele te livra do laço do passarinho, e da peste perniciosa.

 

 Vamos ficar com a primeira versão.  A forma verbal está no indicativo: a ação é indicativa.  Categórica.  O tempo verbal é o futuro:  trata-se de uma promessa, uma promessa de Deus, e não de homens.  Aquele que se aferrar a essa palavra pode ter a certeza de que nela o seu futuro tem uma grande salvaguarda.  Procuremos interiorizar profundamente essa verdade, até ela fazer parte das fibras de nosso ser.  E a promessa, aqui, é grandiosamente grandiosa:

Deus o livrará do laço (da armadilha, do ardil, da astúcia, do enredamento) do passarinheiro (daquele que o quer prender, o subjugar, o maltratar, o atormentar:  do Maligno.) Muito cuidado com ele.

 

O Salmo 91, uma das peças mais grandiosas da Palavra de Deus, deve ser meditado com carinho, com ternura, com unção, até o ponto em que o incorporemos totalmente em nosso espírito, em nossa  mente, em nosso coração, em nosso ser.

 

1 Pe 5:8  Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar;

 

Esteja sempre protegido pela promessa do Altíssimo:  não deixe que ela caduque para você.  Se caducar, arrependa-se daquilo, daquela transgressão, que fez com que você ficasse temporariamente a descoberto, e confesse a Deus os seus pecados.

 

1 João 1:9  Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.

 

Atitude (necessária):

1. Arrependermos-nos.

2. Confessar os nossos pecados. 

Resultado (glorioso):

3. Deus nos perdoa os pecados.

4. Deus nos purifica: ficamos livres de toda injustiça que eventualmente tenhamos colocado em movimento.  E de suas conseqüências!

Motivo: Deus é fiel.  Deus  faz tudo que está de acordo com a Sua vontade, e Ele não quer que ninguém se perca.  E a Sua vontade está claramente expressa em:

 

2 Pe 3:9  O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se.

 

Deus é justo:  age sempre de acordo com a justiça.  Quando peço perdão a Deus, estou-lhe pedindo que Ele me dê algo, algo que faz parte da minha natureza e que perdi temporariamente, mas que é meu (e que Ele custodia amorosamente): o fato de eu ser um filho de Deus,  pois tudo só pode se originar dEle.  E ele, como é justo,  me dá de volta aquilo que sempre me pertenceu: o fato de eu ser inerentemente bom.  Assim como Ele é.  Pai bom, filho bom.  Como, pois o homem foi feito à Sua imagem e semelhançaComo e não: igual a.

(A palavra perdão é muito rica, e merece uma reflexão mais aprofundada.  Espero que ter expresso convenientemente o seu sentido em contexto.) 

 

E, quando estivermos desesperados, não vendo sequer uma luzinha por nós mesmos,  tenhamos, ainda assim, bom ânimo.

 

1 João 2:1  Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.

 

parakleton       exomen     pros ton      patera   (grego transliterado)

Advogado          temos          junto  ao       Pai

 

Naquela hora de atribulação,  apelemos para o nosso Advogado, e Ele nos defenderá junto ao Pai, usando  para isso,  apenas da verdade,  pois Ele, em verdade, em verdade,  é a mesma Verdade.  E obteremos livramento,  porque esse advogado não falha nunca, e até hoje não perdeu uma só causa!!!

E jamais perderá!!!

Aleluia!

(= Louvor a ti, Senhor!)

Louvor a ti, Senhor!

 

Vamos, agora, formalizar uma oração para voltamos ao Caminho, depois de uma eventual queda, que deve ser cuidadosamente evitada. 

 

[    Cada um deve fazer as adaptações necessárias para o seu caso.  ]

 

[ No princípio, a invocação, que deve exaltar ao Senhor,  nosso  Deus Todo-poderoso. ]

Pai Santo, Pai de Amor e Misericórdia,

Senhor meu Deus todo-poderoso;

[ A seguir,  o motivo do arrependimento. ]

Eu me arrependo por ter cochilado na vigília,

E por me deixar surpreender pelo Maligno,

No momento em que disse ao meu filho, sem qualquer vigilância: “Caí nas mãos de um webmaster!”

Como poderia eu cair nas mãos de alguém, seja esse quem for,

Se creio profundamente na Tua santa palavra? 

A palavra diz:  “Ele te livrará do laço do passarinheiro”. 

E o Senhor sabe que eu creio nessa palavra com todas as fibras do meu ser.

A palavra diz:  “Mil cairão ao teu lado,  e dez mil à tua direita,  mas tu não serás atingido.

E o Senhor sabe que eu creio nessa palavra com todas as fibras do meu ser.

 

Acrescentado hoje, 27.

 

 

 

Início do adendo.

E o Espírito Santo ontem mesmo me mostrou que o que eu dizia não era verdade.  Pois o que tinha caído nas mãos do webmaster, se é que caiu, não fui eu,  foi o computador!

Essa é a verdade. Assim, vou acrescentar as  5  linhas abaixo nesta oração.

 

Eu, na verdade, não caí, em nenhum momento, nas mãos de um webmaster,  pois o alvo do seu ataque não fui eu, mas este computador. 

E Te agradeço, Pai Santo, porque foi o Teu Espírito Santo que mo revelou.

E perdoa-me, Pai Santo,  por não ter percebido isso ontem.  Uma coisa que qualquer criancinha podia ver sem dificuldade!

Fim do  adendo.

[ A  seguir, o pedido de perdão. ]

Pai Santo, perdoa-me, em o nome de Jesus Cristo, por ter pecado contra Ti e contra a Tua Palavra.

Perdoa-me, Pai Santo, por todos os pecados que tenho cometido consciente ou inconscientemente, por pensamento, por imaginação, por palavra ou por obra, ou por omissão.  Peço-Te perdão, Senhor, em nome de Jesus Cristo.

[ A seguir, a ação de graças. ]

Graças Te dou, Pai Santo,

Por me teres perdoado de todos os meus pecados,

Por me teres purificado de toda injustiça,

Por me teres justificado.

[ A seguir, uma maneira minha de render graças ao Senhor,  meu Deus.

E dou-te graças, Pai amado, principalmente

Por Ti,

Por  Tu seres,

Por Tu seres como Tu és,

Exatamente como Tu és.

[ Para encerrar, a confissão de verdade. ]

Amém!

Em verdade.

Assim é.

Assim será.

 

(A palavra amém significa em verdade, e é uma maneira resumida de dizer que tudo que foi falado na oração é de acordo com a Palavra, com a Verdade,  e que, portanto, o orante tem certeza absoluta de que se cumprirá  cabalmente  o objeto da oração.  É uma maneira condensada que o orante usa para confessar a verdade.)

Depois do arrependimento, da confissão dos pecados, do perdão dos pecados, da nossa purificação, da nossa justificação,   retomamos  posse da promessa,  agora com mais firmeza, com mais determinação.

E vigiando sempre.

E orando sempre.

 

Para  finalizar, um alento para aquele que se acha perdido ou confuso.

 

Atos 17:30  Mas Deus, não levando em conta os tempos da ignorância, manda agora que todos os homens em todo lugar se arrependam;

 

Mas Deus,

não levando em conta os tempos da ignorância,

manda dizer

agora

que todos os homens

em todo lugar

se arrependam;

 

Examinemos o versículo, de acordo com o desmembramento acima.

 

1.  Deus não contabiliza os tempos da ignorância,  em que o homem pouco ou nada sabia da Verdade.  Mas, se o homem se sente mal com algo que tenha feito nos tempos da ignorância, que aproveite o momento da confissão plena para se ajustar com Ele.  Isso é muito bom para o homem, para todo homem.   Tenhamos sempre em mente que Deus é Pai, é paciente para ouvir, e sente compaixão pelo pecador  que se arrepende,  e está pronto para abraçar o Filho pródigo que está voltando para Casa. 

 

Vale o esforço reler a parábola (Lucas 15:11-32).

 

Luc 15:11  Disse-lhe mais: Certo homem tinha dois filhos.

Luc 15:12  O mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me toca. Repartiu-lhes, pois, os seus haveres.

Luc 15:13  Poucos dias depois, o filho mais moço ajuntando tudo, partiu para um país distante, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente.

Luc 15:14  E, havendo ele dissipado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a passar necessidades.

Luc 15:15  Então foi encontrar-se a um dos cidadãos daquele país, o qual o mandou para os seus campos a apascentar porcos.

Luc 15:16  E desejava encher o estômago com as alfarrobas que os porcos comiam; e ninguém lhe dava nada.

Luc 15:17  Caindo, porém, em si,

disse:

quantos empregados de meu pai têm abundância de pão,

 e

 eu aqui pereço de fome!

Luc 15:18  Levantar-me-ei,

 irei ter com meu pai

e

 dir-lhe-ei:

Pai, pequei contra o céu e diante de ti;

Luc 15:19  já não sou digno de ser chamado teu filho;

 trata-me como um dos teus empregados.

Luc 15:20  Levantou-se,

 pois, e

 foi para seu pai.

Estando ele ainda longe,

 seu pai o viu,

encheu-se de compaixão

 e,

correndo,

lançou-se-lhe ao pescoço

 e

 o beijou.

Luc 15:21  Disse-lhe o filho:

 Pai,

pequei conta o céu e diante de ti;

já não sou digno de ser chamado teu filho.

Luc 15:22  Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e alparcas nos pés;

Luc 15:23  trazei também o bezerro, cevado e matai-o; comamos, e regozijemo-nos,

Luc 15:24  porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a regozijar-se.

 

A parábola é muito rica, por isso, vamos nos ater na questão do arrependimento.

1.  O filho cai em si.  E vê a miserabilidade da sua situação.

2.  Toma uma decisão: 

a.  Levantar-se.

b.  Ir ter com o pai.

c.  Dizer

d.  Reconhecer o pecado e a indignidade em que estava, planejando que ia dizer. 

e.  Confortar-se com o mínimo.

3.  Levanta-se

4.  Vai para o pai

 

-  O pai o vê , quando ainda estava longe.

-  Enche-se de compaixão.

-  Corre em direção ao filho.

-  Lança-se-lhe ao pescoço.

-  Beija-o.

 

5.  O filho diz-lhe:

a.  Ter pecado contra o céu e contra o pai.

b.  Já não ser digno de ser chamado seu filho.

 

Coloquei os verbos no Presente do Indicativo,  para casar o texto com o agora de que falamos acima.   No original,  estão no Pretérito Perfeito do Indicativo.   Pois essa é a saga que já se cumpriu perfeitamente, sem nada ficar por fazer,  para todo aquele que, caindo em si, levanta-se, e toma a decisão de se confessar ao Pai.  É um fato indicativo, categórico, sobre o qual não paira qualquer dúvida: todo aquele que seguir o que o Filho fez,  também terá o mesmo gozo que o Filho teve.  É pretérito, está no passado, pois na verdade, já aconteceu, já se consumou.  Só falta se manifestar  na vida de cada um de nós.

Notemos  a importância do dizer, e a seqüência de fatos que levou o filho pródigo à salvação.

 

Tomada de consciência:

. Levantar-se; reconhecer-se pecador.

. Tomar a decisão de se dirigir ao Pai para com ele se confessar.

. Ter uma atitude de agradecimento incondicional.

Ação de conversão:

. Cumprir integralmente o que foi decidido

O resultado:

. O Pai vai vê-lo, quando ainda estiver longe: o Pai se compraz com o primeiro passo em Sua direção.

. O Pai vai correr em direção de você.

. O Pai vai-se lançar ao seu pescoço.

. O Pai vai beijá-lo.

. O Pai vai recebê-lo com grande regozijo.

 

2.  Por isso, porque  não leva em conta os tempos da ignorância, Ele manda dizer,  dá um mandamento, uma ordem.

3.  Agora.   A que momento se refere esse agora? Ao agora daquele determinado dia em que o apóstolo proferiu essa palavras,  há mais de 1500 anos atrás?  Sim, certamente.  Mas agora, que a palavra está sendo dirigida para você, esse agora se refere a este agora que você está vivendo neste momento.  Deus está dando uma ordem agora, neste momento do ano de 2008, para todo aquele que leia estas palavras.  Deus está dando uma ordem para mim e para você, leitor, neste instante.

4.  A ordem é dirigida a  todos os homens, sejam eles quem forem,  quer sejam convertidos, quer não. Se você está lendo estas palavras, então não tenha dúvida:  elas estão sendo dirigidas a você!   E elas o devem acompanhar em todos os agoras de sua vida.  E quanto menos solução de continuidade houver no Agora, melhor.

5.  Em todo lugar.  No Brasil, nos EUA, na Europa, na África, na Groenlândia, na China,  na Ásia, .na Índia, ....... na sua cidade, na casa do seu amigo, na casa do seu inimigo,  na casa daquele de quem você gosta, na casa daquele de quem você não gosta, .......

6.  E a ordem é, para cada um de nós:  “Arrependa-se!”

 

Sinta um profundo arrependimento  por tudo de mal que possa ter feito,  e se confesse a Deus.  E se converta,  e  deixe o caminho do extravio,  para começar a palmilhar, com a ajuda do Espírito Santo de Deus, o Caminho da Verdade e da Vida.

 

Amém!

 

DEO GRATIAS!!!

 

Deo Gratias é uma expressão latina que significa: 

Graças (sejam dadas) a Deus.