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1. Se você for ferido por alguém, peça perdão a Deus por isso. |
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2. Se você for traído por alguém, peça perdão a Deus por isso. |
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3. Se você for magoado por alguém, peça perdão a Deus por isso. |
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4. Se você estiver ressentido, peça perdão a Deus por isso. |
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5. Se você estiver triste, peça perdão a Deus por isso. |
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6. Se você for enganado por alguém, peça perdão a Deus por isso. |
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7. Se você estiver em dificuldades, peça perdão a Deus por isso. |
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8. Se você estiver preocupado, peça perdão a Deus por isso. |
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9. Se você tiver ferido a alguém, peça perdão a Deus por isso. |
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10. Se você tiver traído a alguém, peça perdão a Deus por isso. |
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11. Se você tiver magoado a alguém, peça perdão a Deus por isso. |
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12. Se você tiver falado de alguém, peça perdão a Deus por isso. |
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13. Se você tiver usado baixo calão, peça perdão a Deus por isso. |
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14. Se você tiver usado palavra ociosa, peça perdão a Deus por isso. |
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15. Se você tiver xingado, peça perdão a Deus por isso. |
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16. Se você tiver infamado a alguém, peça perdão a Deus por isso. |
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17. Se você tiver resmungado, peça perdão a Deus por isso. |
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18. Se você tiver fofocado, peça perdão a Deus por isso. |
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19. Se você tiver ouvido fofoca, peça perdão a Deus por isso. |
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20. Se você tiver murmurado, peça perdão a Deus por isso. |
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21. Se você tiver reclamado, peça perdão a Deus por isso. |
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22. Se você tiver blasfemado, peça perdão a Deus por isso. |
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23. Se você tiver pensado mal, peça perdão a Deus por isso. |
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23. Se você tiver julgado, peça perdão a Deus por isso. |
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24. Se você tiver cobiçado, peça perdão a Deus por isso. |
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25. Se alguém o xingou, peça perdão a Deus por isso. |
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26. Se alguém reclamou de você, peça perdão a Deus por isso. |
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27. Se alguém o julgou, peça perdão a Deus por isso. |
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28. Se alguém falou mal de você, peça perdão a Deus por isso. |
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29. Se você criticou, peça perdão a Deus por isso. |
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30. Se alguém o criticou, peça perdão a Deus por isso. |
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31. Se você cometeu injustiça, peça perdão a Deus por isso. |
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32. Se você foi injustiçado, peça perdão a Deus por isso. |
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33. Se você se sente mal em um lugar, peça perdão a Deus por isso. |
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34. Se alguém o (a) trata mal, peça perdão a Deus por isso. |
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35. Se alguém lhe vira as costas, peça perdão a Deus por isso. |
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36. Se alguém o (a) humilhou, peça perdão a Deus por isso. |
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37. Se você odeia, peça perdão a Deus por isso. |
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38. Se você se sente odiado, peça perdão a Deus por isso. |
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39. Se você está doente, peça perdão a Deus por isso. |
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40. Se você está enfermo, peça perdão a Deus por isso. |
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: 41. Se algo não lhe vai bem, peça perdão a Deus por isso. |
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Você precisa ter em mente que você cria o que você sente, o que |
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você experimenta no seu viver. |
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Você não cria: em verdade, você co-cria. Mas para todos os efeitos |
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da existência, você é o único criador daquilo que lhe acontece. |
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Você é responsável por tudo aquilo que você sente, que você |
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experimenta no seu viver. |
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Na verdade, você é co-responsável. Mas, para todos os efeitos |
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da existência, você é o único responsável por tudo aquilo que |
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experimenta no seu viver. |
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Para mudar o que é criado, antes é preciso mudar o criador. Pois |
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aquilo que você experimenta no seu viver é um reflexo exato |
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daquilo que você é, daquilo que você está sendo. |
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Exatamente como está escrito: "Assim na terra, como no céu." |
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Assim na vida, na existência, como é no céu, na instância |
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criadora da pessoa. |
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Você é a fábrica fiel da realidade que o circunda. O material |
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utilizado são os pensamentos, as palavras, os atos. |
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O material básico é a palavra mentada, falada ou realizada. Tudo |
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é palavra: som é palavra, pensamento é palavra, ato é palavra, |
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situação é palavra, coisa é palavra. No grego, temos duas palavras |
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para designar palavra: λογος, a Palavra, a Palavra no céu; e |
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ρημα , a palavra na terra, em processamento, já a caminho de |
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se tornar coisa na realidade. |
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O material tem o peso da freqüência, da intensidade e do |
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automatismo: quanto mais freqüente, quanto mais intenso, |
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quanto mais automático, mais espontâneo, maior o seu poder |
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criador. |
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O ρημα é articulado em fala, pensamento, ato, situação, |
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aqui na terra, este grande armazém de palavras; sobe ao céu, e |
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o λογος o processa de maneira ótima, e ele desce outra vez |
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em forma de ρημα. E assim, sucessivamente. |
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O ρημα , ao subir, sobe em forma de palavra-coisa; ao |
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descer, desce em forma de coisa-palavra. E só podemos |
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interferir no processo aqui, na terra, enviando para o alto |
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palavras-coisas. Não é o que se vê, o que está se |
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manifestando o que importa, mas o que falamos a respeito |
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disso. A pessoa está doente; o importante não é isso: o |
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importante é firmar, é afirmar, com palavras, a |
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verdade (ainda imanifesta) da situação: o fato |
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de estar são, porque Deus é santo. O importante não |
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é o estado em que se está, mas o estado em que se |
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estará, e isso depende da palavra, que, ou perpetua |
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o estado, ou o modifica. A única instância de |
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transformação é a palavra, o que se declara, o que |
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se diz. E não o que se sente, o que se vê. |
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ρημα lê-se rêma. λογος lê-se lógos. |
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O ρημα articulado automaticamente, espontaneamente, |
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inconscientemente, tem um efeito criativo muito grande. E é o |
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mais difícil de ser controlado, sendo, portanto, de elevada, |
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de altíssima periculosidade: ele se manifesta sempre em |
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momentos de invigilância. Nisso se insere a atitude de |
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conformismo, do desabafo interjetivo, dos vôos livres do |
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pensamento. |
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Se o λογος recebe ouro, ele verá o que de melhor poderá |
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fazer com esse material. Se recebe palha, verá o que de melhor |
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poderá fazer com esse material. Se recebe lama pútrida, verá, |
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ainda, o que de melhor poderá fazer com esse material. |
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Mas você deve ter em mente que com prata ele, mesmo |
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operando sempre em eficiência ótima, fará algo muito |
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melhor com esse material do que com miasmas. |
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Devemos, pois, colher com muito cuidado o material |
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que será entregue ao λογος. Mister vigiar os pensamentos, |
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os sentimentos, as emoções, as palavras, os atos, as |
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performances situacionais, pois tudo isso é ρημα. |
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O material é colhido, ou melhor, escolhido, por meio |
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do nosso arbítrio. E o nosso arbítrio é um péssimo patrão, |
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pois comanda as coisas do ponto de vista do passado, e é |
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exatamente essa propriedade do arbítrio que faz com que |
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a situação em manifestação tende a se perpetuar. |
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O nosso objetivo maior aqui na terra é fazer do |
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arbítrio um servo nosso, ou melhor, do Senhor. |
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Precisamos aprender a submeter a nossa vontade |
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mesquinha à Vontade do Senhor, pois ela é agradável, boa e |
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perfeita para as reais necessidades de cada um de nós. |
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A finalidade de nossa existência é aprender a lição da |
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responsabilidade. |
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E a nossa tarefa maior é ir ampliando a cada dia, a cada |
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momento, o raio de alcance da nossa responsabilidade, |
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da nossa co-responsabilidade. |
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Raio 1: sou responsável pelas coisas que faço, que penso, |
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que falo, que sinto, que quero, isto é, pelo rêma que ponho |
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diretamente em movimento. |
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Raio 2: sou responsável pelas coisas que me acontecem, |
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pois sei que não acontecem aleatoriamente, mas obedeceram a |
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um comando ditado pelo rêma que (es)colhi. |
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Raio 3: sou responsável pelas coisas que me chegam ao |
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conhecimento através de algum sensor de realidade: olhos, |
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ouvidos, sentimentos, intuições, sonhos, imaginações. |
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Raio 4: sou responsável pelas coisas que estão acontecendo |
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no mundo: crimes, corrupções, injustiças, concupiscências, |
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torturas, crueldades, fomes, pestes, catástrofes. |
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Raio 5: sou responsável pelas coisas que já aconteceram e |
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pelas coisas que ainda vão acontecer no mundo: crimes, corrupções, |
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concupiscências, torturas, crueldades, fomes, pestes, catástrofes. |
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Raio 6: sou responsável pelas coisas que já aconteceram, |
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pelas coisas que estão acontecendo e pelas coisas que ainda |
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vão acontecer no universo do Senhor, meu Deus. |
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Raio 7: EU SOU responsável. |
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O tamanho da sua divindade assumida é o tamanho da |
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sua responsabilidade assumida. |
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Mas não se esqueça: a sua responsabilidade, assim como a |
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minha, assim como a de todos que navegamos o nosso estar-sendo |
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nas águas plácido-turbulentas do seio do nosso UM, do nosso |
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Deus, do nosso Senhor, é, em verdade, em verdade, uma |
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co-responsabilidade. E assim será por todos os sempres dos |
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sempres. |
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O nosso dever, a nossa necessidade, é amar. Amar |
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incondicionalmente: o próximo, o distante, o amigo, o inimigo, |
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o agradável, o desagradável, o homem marçano, o homem santo, |
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o homem pervertido. |
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A nossa atitude deve ser de não julgamento. Não devemos |
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julgar a ninguém, nem ao santo, nem ao ímpio, nem ao cristão, |
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nem ao não cristão, nem ao filantropo, nem ao etnocida. |
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Não julgar, nunca, por nenhum motivo, por nenhuma evidência. |
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A nossa certeza é a de que estamos numa arena: de um |
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lado, o arbítrio sustentado por Satanás; e do outro, a Vontade |
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soberana de nosso Deus, de nosso Senhor. A vitória já foi |
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proclamada: passemos logo para o lado do Vencedor. |
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A nossa esperança deve ser uma só: logo estaremos |
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um no seio amorável de nosso Deus, de nosso Senhor. |
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Passos para a assunção: |
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1. Reconhecer-se pecador. |
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2. Confessar todos os pecados ao Senhor Deus. |
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3. Saber-se livre de todos os pecados cometidos nesta vida. |
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4. Entregar-se de viva voz ao senhorio do Senhor Jesus. |
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5. Entrar em novidade de vida, sem ter de pecar. Nunca mais!!! |
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6. Vigiar e orar. |
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7. Se pecar, pedir imediatamente perdão ao Senhor Deus. |
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8. Ficar na certeza de que é um redento do Senhor. |
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9. Colaborar, na medida do possível, com a obra do Reino. |
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Com ósculo santo, |
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o peregrino |