Meditação - 29.10.06

 
 

 

1.  Se você for ferido por alguém, peça perdão a Deus por isso.

 

2.  Se você for traído por alguém, peça perdão a Deus por isso.

 

3.  Se você for magoado por alguém, peça perdão a Deus por isso.

 

4.  Se você estiver ressentido, peça perdão a Deus por isso.

 

5.  Se você estiver triste, peça perdão a Deus por isso.

 

6.  Se você for enganado por alguém, peça perdão a Deus por isso.

 

7.  Se você estiver em dificuldades, peça perdão a Deus por isso.

 

8.  Se você estiver preocupado, peça perdão a Deus por isso.

 

9.  Se você tiver ferido a  alguém, peça perdão a Deus por isso.

 

10.  Se você tiver traído a alguém, peça perdão a Deus por isso.

 

11.  Se você tiver magoado a alguém, peça perdão a Deus por isso.

 

12.  Se você tiver  falado  de alguém, peça perdão a Deus por isso.

 

13.  Se você  tiver usado baixo calão, peça perdão a Deus por isso.

 

14.  Se você tiver usado palavra ociosa, peça perdão a Deus por isso.

 

15.  Se você tiver xingado, peça perdão a Deus por isso.

 

16.  Se você tiver infamado a alguém, peça perdão a Deus por isso.

 

17.  Se você tiver resmungado, peça perdão a Deus por isso.

 

18.  Se você tiver fofocado, peça perdão a Deus por isso.

 

19.  Se você tiver ouvido fofoca, peça perdão a Deus por isso.

 

20.  Se você tiver murmurado, peça perdão a Deus por isso.

 

21.  Se você tiver reclamado, peça perdão a Deus por isso.

 

22.  Se você tiver blasfemado, peça perdão a Deus por isso.

 

23.  Se você tiver pensado mal, peça perdão a Deus por isso.

 

23.  Se você tiver julgado, peça perdão a Deus por isso.

 

24.  Se você tiver cobiçado, peça perdão a Deus por isso.

 

25.  Se alguém o xingou, peça perdão a Deus por isso.

 

26.  Se alguém reclamou de você, peça perdão a Deus por isso.

 

27.  Se alguém o julgou, peça perdão a Deus por isso.

 

28.  Se alguém falou mal de você, peça perdão a Deus por isso.

 

29.  Se você criticou, peça perdão a Deus por isso.

 

30.  Se alguém o criticou, peça perdão a Deus por isso.

 

31.  Se você cometeu injustiça, peça perdão a Deus por isso.

 

32.  Se você foi injustiçado, peça perdão a Deus por isso.

 

33.  Se você se sente mal em um lugar, peça perdão a Deus por isso.

 

34.  Se alguém  o (a) trata mal, peça perdão a Deus por isso.

 

35.  Se alguém lhe vira as costas, peça perdão a Deus por isso.

 

36.  Se alguém o (a) humilhou, peça perdão a Deus por isso.

 

37.  Se você odeia, peça perdão a Deus por isso.

 

38.  Se você se sente odiado, peça perdão a Deus por isso.

 

39.  Se você está doente, peça perdão a Deus por isso.

 

40.  Se você está enfermo, peça perdão a Deus por isso.

 

: 41.  Se algo não lhe vai bem, peça perdão a Deus por isso.

 

Você precisa ter em mente que você cria o que você sente, o que

você experimenta no seu viver.

 

Você não cria: em verdade, você co-cria. Mas para todos os efeitos

da existência, você é o único criador  daquilo que lhe acontece.

 

Você é responsável por tudo aquilo que você sente, que você

experimenta no seu viver.

 

Na verdade, você é co-responsável.  Mas, para todos os efeitos

da existência, você é o único responsável por tudo aquilo que

experimenta no seu viver.

 

Para mudar o que é criado, antes é preciso mudar o criador.  Pois

aquilo que você experimenta no seu viver é um reflexo exato

daquilo que você é, daquilo que você está sendo.

 

Exatamente como está escrito:  "Assim na terra, como no céu."

Assim na vida, na existência, como é no céu, na instância

criadora da pessoa.

 

Você é a fábrica fiel da realidade que o circunda.  O material

utilizado são os pensamentos, as palavras, os atos.

 

O material básico é a palavra mentada, falada ou realizada. Tudo

é palavra: som é palavra, pensamento é palavra, ato é palavra,

situação é palavra, coisa é palavra. No grego, temos duas palavras

para designar palavra: λογος, a Palavra, a Palavra no céu; e

ρημα , a palavra na terra, em processamento, já a caminho de

se tornar coisa na realidade.

 

O material tem o peso da freqüência, da intensidade e do

automatismo: quanto mais freqüente, quanto mais intenso,

quanto mais automático, mais espontâneo, maior o seu poder

criador.

 

O ρημα é articulado em fala, pensamento, ato, situação,

aqui na terra, este grande armazém de palavras; sobe ao céu, e

o λογος o processa de maneira ótima, e ele desce outra vez

em forma de ρημα.  E assim, sucessivamente.

O ρημα , ao subir, sobe em forma de palavra-coisa; ao

descer, desce  em forma de coisa-palavra.  E só podemos 

interferir no processo aqui, na terra, enviando para o alto

palavras-coisas.  Não é o que se vê, o que está se

manifestando o que importa, mas o que falamos a respeito 

disso.  A pessoa está doente; o importante não é isso: o 

importante é firmar, é afirmar, com palavras, a

verdade (ainda imanifesta) da situação: o fato

de estar são, porque Deus é santo.  O importante não

é o estado em que se está, mas o estado em que se

estará, e isso depende da palavra, que, ou perpetua

o estado, ou o modifica.  A única instância de

transformação é a palavra, o que se declara, o que

se diz.  E não o que se sente, o que se vê.            

 ρημα  lê-se rêma.  λογος lê-se lógos.

 

O ρημα  articulado automaticamente, espontaneamente,

inconscientemente, tem um efeito criativo muito grande. E é o

mais difícil de ser controlado, sendo, portanto, de elevada,

de altíssima periculosidade: ele se manifesta sempre em

momentos de invigilância.  Nisso se insere a atitude de

conformismo, do desabafo interjetivo, dos vôos livres do

pensamento.

 

Se  o λογος  recebe ouro, ele verá o que de melhor poderá

fazer com esse material.  Se recebe palha, verá o que de melhor

poderá fazer com esse material.  Se recebe lama pútrida, verá,

ainda, o que de melhor poderá fazer com esse material.

Mas você deve ter em mente que com prata ele, mesmo

operando sempre em eficiência ótima, fará algo muito

melhor com esse material do que com miasmas.

 

Devemos,  pois, colher com muito cuidado o material

que será entregue ao λογος.  Mister vigiar  os pensamentos,

os sentimentos, as emoções, as palavras, os atos, as

performances situacionais, pois tudo isso é  ρημα.

 

O material é colhido, ou melhor, escolhido, por meio

do nosso arbítrio.  E o nosso arbítrio é um péssimo patrão,

pois comanda as coisas do ponto de vista do passado, e é 

exatamente essa propriedade do arbítrio que faz com que

a situação  em manifestação tende a se perpetuar.

 

O nosso objetivo maior aqui na terra é fazer do

arbítrio um servo nosso, ou melhor, do Senhor.

 

Precisamos aprender a submeter a nossa vontade

mesquinha à Vontade do Senhor, pois ela é agradável, boa e

perfeita para as reais necessidades de cada um de nós.

 

A finalidade de nossa existência é aprender a lição da

responsabilidade.

 

E a nossa tarefa maior é ir ampliando a cada dia, a cada

momento, o raio de alcance da nossa responsabilidade,

da nossa co-responsabilidade. 

 

Raio 1:  sou responsável pelas coisas que faço, que penso,

que falo, que sinto,  que quero, isto é, pelo rêma que ponho

diretamente em movimento.

 

Raio 2:  sou responsável pelas coisas que me acontecem,

pois sei que não acontecem aleatoriamente, mas obedeceram a  

um comando ditado pelo rêma que (es)colhi.

 

Raio 3:  sou responsável pelas coisas que me chegam ao

conhecimento através de algum sensor de realidade: olhos, 

ouvidos, sentimentos, intuições, sonhos, imaginações.

 

Raio 4:  sou responsável pelas coisas que estão acontecendo

no mundo: crimes, corrupções, injustiças, concupiscências,

torturas, crueldades, fomes, pestes, catástrofes.

 

Raio 5:  sou responsável pelas coisas que já aconteceram e

pelas coisas que ainda vão acontecer no mundo: crimes, corrupções,

concupiscências, torturas, crueldades, fomes, pestes, catástrofes.

 

Raio 6:  sou responsável pelas coisas que já aconteceram,

pelas coisas que estão acontecendo e pelas coisas que ainda

vão acontecer no universo do Senhor, meu Deus.

 

Raio 7:  EU SOU responsável.

 

O tamanho da sua divindade assumida é o tamanho da

sua responsabilidade assumida.

 

Mas não se esqueça: a sua responsabilidade, assim como a

minha, assim como a de todos que navegamos o nosso estar-sendo

nas águas plácido-turbulentas do seio do nosso UM, do nosso

Deus, do nosso Senhor, é, em verdade, em verdade, uma

co-responsabilidade. E assim será por todos os sempres dos

sempres.

 

O nosso dever, a nossa necessidade, é amar. Amar

incondicionalmente: o próximo, o distante, o amigo, o inimigo, 

o agradável, o desagradável, o homem marçano, o homem santo,

o homem pervertido.

 

A nossa atitude deve ser de não julgamento.  Não devemos

julgar a ninguém,  nem ao santo, nem ao ímpio, nem ao cristão, 

nem ao não cristão, nem ao filantropo, nem ao etnocida.

Não julgar, nunca, por nenhum motivo, por nenhuma evidência.

 

A nossa  certeza é a de que estamos numa arena: de um

lado, o arbítrio sustentado por Satanás; e do outro, a Vontade

soberana de nosso Deus, de nosso Senhor.  A vitória já foi

proclamada:  passemos logo para o lado do Vencedor.

 

A nossa  esperança  deve ser    uma só: logo estaremos

um no seio amorável de nosso Deus, de nosso Senhor.

 

Passos para a assunção:

1.  Reconhecer-se pecador.

2.  Confessar todos os pecados ao Senhor Deus.

3.  Saber-se livre de todos os pecados cometidos nesta vida.

4.  Entregar-se de viva voz ao senhorio do Senhor Jesus.

5.  Entrar em novidade de  vida, sem ter de pecar.  Nunca mais!!!

6.  Vigiar e orar.

7.  Se pecar, pedir imediatamente perdão ao Senhor Deus.

8.  Ficar na certeza de que é um redento do Senhor.

9.  Colaborar, na medida do possível, com a obra do Reino.

 

Com ósculo santo,

o peregrino